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A Circuncisão Feminina e a Mutilação Genital

Por Traduzido de http://www.middle-east-info.org/index.html - 27/4/2010

Ainda não são conhecidos às origens e fundo histórico da circuncisão feminina e da mutilação genital, é certo que se originou na África e tem sua base no Isl.
Circuncisão feminina e mutilação genital é um fator cultural, seu valor varia de sociedade a sociedade e então não pode ser generalizado. É freqüentemente praticado como uma garantia de virgindade ou como um precursor para o matrimônio, é pensado que provê pureza sexual e uma higiene para meninas. Também há a convicção que a existência do clitóris pode ser um perigo ao órgão masculino e também para o nascimento de uma criança. Isto também faz parte importante no rito de iniciação de uma menina a fase adulta. No entanto esta pratica cultural e religiosa é cercada de um grande risco para estas mulheres e meninas posteriormente.
Hoje ainda existem mais de 26 países na África e A rábia que praticam algumas ou todas as formas de circuncisão feminina e mutilação genital. Sabe-se que hoje 100 milhões de mulheres passaram por este ritual.
A forma mais comum de circuncisão feminina na África é o cliterodectomia que é praticada em mais de 25 países. No Chifre de África e o Mar Vermelho, para a costa Atlântica e do Egit..o e Líbia no Norte para Moçambique, Angola e Malauí no Sul. De acordo com Thiam, cliterodectomia é a forma onde é retirado por completo o clitóris, ou a variante de sunna mais moderada, pode ser achado no Iême..n, Arábi..a Saudit..a, Iraqu..e, Jorda..n, Síri..a e Argélia Sulista. A forma mais extrema de circuncisão feminina que é chamada infibulação (mutilação genital) aparece bastante em todo o Chifre da África (leste africano), como a S omáli..a, Djibut...i, a maioria na Etiópia, Sudão e Quênia. Os outros países africanos que têm diversidade desta pratica de acordo com seus grupos étnicos.
Infibulação ou Sunna estão: na Nigéria, Senegal, Gâmbia, Burquina Faso, Níger, Gana, Guiné Bissau, Guiné, Serra Leoa, Libéria, Togo, Camarões, República africana Central, Tanzânia, Chade, Burundi e Uganda. Nem todos estes países têm uma legislação contra esta a prática.
As diferentes formas de circuncisão feminina e a saúde da menina ou da mulher afetam a circuncisão feminina. Geralmente se corta o capuz do clitóris, ou cortando o clitóris completamente ou em sua forma mais extrema, removendo todo órgão genital da mulher deixando apenas uma abertura muito pequena para urina e fluxo menstrual.
Esta pratica é agonizante, dolorosa e extremamente perigosa. Muitas meninas morrem de hemorragia, muitas têm infecções crônicas que duram toda vida, como também muitos problemas com parto, no relacionamento conjugal e na menstruação.
A diferença principal entre circuncisão feminina e a do homem é que, considerando que circuncisão masculina envolve a remoção da pele dianteira, circuncisão feminina envolve a remoção de um órgão sexual saudável, o clitóris. Circuncisão feminina é feita por mulheres, e os homens não têm a responsabilidade de circuncidar suas filhas quando eles alcançarem a idade certa para o ritual. As meninas são normalmente entusiasmadas pela cerimônia, muitas são determinadas, tudo que eles desejam serão concedidos.
b68 do pelo processo curativo, a operação será repetida. Muitas vezes existe a re-infibulação que é o método para apertar a abertura vaginal depois de dar à luz, em alguns casos as mulheres divorciadas e as viúvas sofrem isto para poderem se casar novamente.


Fonte: http://www.familiamatioli.com.br


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